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Por que o dólar turismo é mais caro que o comercial?

24 de abr de 2018 | Por IBBRA Consultoria falando sobre Economia e atualidades, Planejamento patrimonial

Por Karina Trevizan, G1, São Paulo

24/04/2018

 

 

Já reparou que, ao ir numa casa de câmbio, o preço para comprar dólar para viajar não é o mesmo que consta em diversas ferramentas para acompanhar o valor da moeda americana?

Quando o dólar atingiu o menor valor diário de 2018, por exemplo, terminou os negócios a R$ 3,1315. Isso aconteceu no dia 25 de janeiro, mesmo dia em que, nas casas de câmbio, a moeda norte-americana era vendida perto de R$ 3,25.

Isso acontece porque o dólar comercial tem uma cotação diferente da moeda usada pelas pessoas para viajar. O dólar comercial vale para as empresas e bancos que fazem transações no mercado de câmbio, como exportação, importação, transferências financeiras.

Já o dólar turismo é usado para compra de passagens aéreas de empresas estrangeiras e demais despesas relacionadas a viagens. É esse câmbio também que os consumidores pagam quando compram algo no exterior, ou mesmo quando compram produtos de outros países em sites estrangeiros.

Por que o dólar turismo é mais caro?

O preço pago pelo dólar considera custos administrativos e financeiros. Um dos motivos para ser mais caro é que as pessoas físicas compram volumes menores que as empresas e outros bancos, então, os custos administrativos, proporcionalmente, são maiores nessas operações. Mas há ainda as taxas de transação das corretoras, além do próprio lucro da casa de câmbio.

Por que o turista não pode comprar dólar comercial?

É proibido pelo Banco Central. “A regulamentação impede o turista de fazer uma compra pelo dólar comercial”, explica o professor Cláudio Carvajal, da FIAP. O BC tem regras para compra e venda tanto do dólar comercial quanto do turismo.

(Notícia retirada integralmente do site https://g1.globo.com/economia/)
*As opiniões expressas neste artigo não expressam, necessariamente, a opinião da IBBRA – Consultoria Financeira.

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